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Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa AMARELA.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
O Soro Amiloide A (SAA) é uma proteína de fase aguda produzida principalmente pelo fígado em resposta a
estímulos inflamatórios. Nos felinos, é considerado um dos marcadores inflamatórios mais sensíveis
disponíveis na rotina laboratorial.
Para que serve?
• Detectar inflamação sistêmica.
• Monitorar doenças infecciosas.
• Avaliar resposta terapêutica.
• Auxiliar no acompanhamento de processos inflamatórios crônicos ou agudos.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Suspeita de doença inflamatória.
• Doenças infecciosas.
• Febre de origem indeterminada.
• Monitoramento de pacientes internados.
• Avaliação da resposta ao tratamento.
Para quais pacientes é indicado?
• Gatos com suspeita de inflamação sistêmica.
• Pacientes com doenças infecciosas.
• Monitoramento clínico de enfermidades inflamatórias.
Observação Técnica
O SAA é considerado mais sensível que alterações observadas no leucograma para detecção precoce de
inflamação em gatos. Entretanto, assim como outras proteínas de fase aguda, não permite determinar a causa
da inflamação, devendo ser interpretado juntamente com os achados clínicos e laboratoriais.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Cerón JJ, Eckersall PD, Martínez-Subiela S. Acute
Phase Proteins in Veterinary Medicine. Tamamoto T, Ohno K, Takahashi M et al. Serum Amyloid A as a Marker of Inflammation in
Cats.
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa AMARELA.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
A Proteína C Reativa (PCR) é uma proteína de fase aguda produzida principalmente pelo fígado em resposta a
estímulos inflamatórios, infecciosos, traumáticos ou neoplásicos. Nos cães, é considerada uma das principais
proteínas de fase aguda, apresentando aumento rápido após o início de um processo inflamatório.
Para que serve?
• Detectar e monitorar processos inflamatórios sistêmicos.
• Auxiliar na avaliação da resposta ao tratamento.
• Monitorar doenças infecciosas.
• Auxiliar no acompanhamento pós-cirúrgico.
• Complementar a avaliação de doenças imunomediadas.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Suspeita de inflamação sistêmica.
• Doenças infecciosas.
• Doenças imunomediadas.
• Monitoramento pós-operatório.
• Acompanhamento terapêutico.
• Pacientes internados.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães com suspeita de processos inflamatórios.
• Pacientes com doenças infecciosas.
• Pacientes imunomediados.
• Monitoramento de tratamento e evolução clínica.
Observação Técnica
A PCR é um marcador sensível de inflamação, porém não específico. Resultados elevados indicam a presença
de inflamação, mas não identificam sua causa. A interpretação deve ser realizada em conjunto com o histórico
clínico, exame físico e demais exames laboratoriais.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Cerón JJ, Eckersall PD, Martínez-Subiela S. Acute
Phase Proteins in Dogs and Cats. Stockham SL, Scott MA. Fundamentals of Veterinary Clinical Pathology
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa CINZA – FLUORETO.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
O lactato é um produto do metabolismo anaeróbico, produzido quando a oferta de oxigênio aos tecidos é
insuficiente para atender à demanda metabólica.
Para que serve?
• Avaliar perfusão tecidual.
• Auxiliar na identificação de hipóxia tecidual.
• Monitorar pacientes críticos.
• Auxiliar na avaliação prognóstica.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Choque.
• Sepse.
• Trauma.
• Síndrome dilatação-vólvulo gástrico.
• Pacientes críticos.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães e gatos hospitalizados.
• Pacientes em terapia intensiva.
• Emergências médicas.
Observação Técnica
A amostra deve ser coletada e processada rapidamente. Garroteamento prolongado, exercício intenso,
contenção excessiva e atraso na análise podem causar elevação artificial dos resultados.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Silverstein DC, Hopper K. Small Animal Critical Care
Medicine. Stockham SL, Scott MA. Fundamentals of Veterinary Clinical Pathology.
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa AMARELA.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
A ferritina é a principal proteína responsável pelo armazenamento de ferro no organismo.
Para que serve?
• Avaliar as reservas corporais de ferro.
• Auxiliar no diagnóstico de deficiência de ferro.
• Complementar a investigação de anemias.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Suspeita de anemia ferropriva.
• Investigação de perdas sanguíneas crônicas.
• Avaliação do metabolismo do ferro.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães e gatos com suspeita de deficiência de ferro.
Observação Técnica
A ferritina é uma proteína de fase aguda e pode estar aumentada em processos inflamatórios
independentemente das reservas corporais de ferro.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Stockham SL, Scott MA. Fundamentals of Veterinary
Clinical Pathology.
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa AMARELA.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
Mede a quantidade de ferro circulante ligado à transferrina.
Para que serve?
• Avaliar o metabolismo do ferro.
• Auxiliar na investigação de anemia ferropriva.
• Complementar a interpretação da ferritina.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Anemia microcítica e hipocrômica.
• Suspeita de deficiência de ferro.
• Perdas sanguíneas crônicas.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães e gatos com suspeita de anemia ferropriva.
Observação Técnica
O ferro sérico apresenta importante variação biológica e não deve ser interpretado isoladamente.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Schalm’s Veterinary Hematology.
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa CINZA – FLUORETO.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
É a mensuração seriada da glicose sanguínea ao longo de um período determinado, geralmente durante o
efeito da insulina.
Para que serve?
• Avaliar a resposta ao tratamento insulínico.
• Ajustar protocolos terapêuticos.
• Identificar episódios de hipoglicemia ou hiperglicemia.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Controle de pacientes diabéticos.
• Ajuste de dose de insulina.
• Suspeita de efeito Somogyi.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães e gatos diabéticos.
Observação Técnica
A interpretação deve considerar horário de alimentação, aplicação da insulina, tipo de insulina utilizada e sinais clínicos apresentados pelo paciente.
Para realização da curva glicêmica, é necessário a clinica estabelecer o protocolo a ser realizado.
Para uma Curva Glicêmica com 5 dosagens, o intervalo ideal depende do objetivo clínico e do tipo de insulina utilizada.
5 dosagens com intervalos de 2 horas
Tempo 0 (antes da aplicação da insulina e alimentação)
2 horas
4 horas
6 horas
8 horas
Esse protocolo é o mais utilizado para monitoramento de cães e gatos diabéticos em tratamento e costuma permitir identificar:
Pico de ação da insulina (nadir)
Duração do efeito da insulina
Necessidade de ajuste de dose .
Referência: Nelson RW, Couto CG. Small Animal Internal Medicine. Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed.]