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Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa AMARELA.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
A ferritina é a principal proteína responsável pelo armazenamento de ferro no organismo.
Para que serve?
• Avaliar as reservas corporais de ferro.
• Auxiliar no diagnóstico de deficiência de ferro.
• Complementar a investigação de anemias.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Suspeita de anemia ferropriva.
• Investigação de perdas sanguíneas crônicas.
• Avaliação do metabolismo do ferro.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães e gatos com suspeita de deficiência de ferro.
Observação Técnica
A ferritina é uma proteína de fase aguda e pode estar aumentada em processos inflamatórios independentemente das reservas corporais de ferro.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Stockham SL, Scott MA. Fundamentals of Veterinary
Clinical Pathology.
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa AMARELA.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
Mede a quantidade de ferro circulante ligado à transferrina.
Para que serve?
• Avaliar o metabolismo do ferro.
• Auxiliar na investigação de anemia ferropriva.
• Complementar a interpretação da ferritina.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Anemia microcítica e hipocrômica.
• Suspeita de deficiência de ferro.
• Perdas sanguíneas crônicas.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães e gatos com suspeita de anemia ferropriva.
Observação Técnica
O ferro sérico apresenta importante variação biológica e não deve ser interpretado isoladamente.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Schalm’s Veterinary Hematology.
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa CINZA – FLUORETO.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
É a mensuração seriada da glicose sanguínea ao longo de um período determinado, geralmente durante o
efeito da insulina.
Para que serve?
• Avaliar a resposta ao tratamento insulínico.
• Ajustar protocolos terapêuticos.
• Identificar episódios de hipoglicemia ou hiperglicemia.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Controle de pacientes diabéticos.
• Ajuste de dose de insulina.
• Suspeita de efeito Somogyi.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães e gatos diabéticos.
Observação Técnica
A interpretação deve considerar horário de alimentação, aplicação da insulina, tipo de insulina utilizada e sinais clínicos apresentados pelo paciente.
Para realização da curva glicêmica, é necessário a clinica estabelecer o protocolo a ser realizado.
Para uma Curva Glicêmica com 5 dosagens, o intervalo ideal depende do objetivo clínico e do tipo de insulina utilizada.
5 dosagens com intervalos de 2 horas
Tempo 0 (antes da aplicação da insulina e alimentação)
2 horas
4 horas
6 horas
8 horas
Esse protocolo é o mais utilizado para monitoramento de cães e gatos diabéticos em tratamento e costuma permitir identificar:
Pico de ação da insulina (nadir)
Duração do efeito da insulina
Necessidade de ajuste de dose .
Referência: Nelson RW, Couto CG. Small Animal Internal Medicine. Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed.
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa ROXA – EDTA.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
A hemoglobina glicada é formada pela ligação irreversível da glicose à hemoglobina presente nas hemácias.
Para que serve?
• Avaliar o controle glicêmico de longo prazo.
• Complementar o monitoramento do diabetes mellitus.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Monitoramento de pacientes diabéticos.
• Avaliação complementar do controle glicêmico.
Para quais pacientes é indicado?
• Principalmente cães diabéticos.
• Pacientes em insulinoterapia.
Observação Técnica
Alterações na sobrevida das hemácias podem interferir na interpretação do resultado.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Stockham SL, Scott MA. Fundamentals of Veterinary Clinical Pathology.
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa AMARELA.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
A frutosamina corresponde à glicação das proteínas séricas e reflete a média glicêmica das últimas duas a três
semanas.
Para que serve?
• Monitorar pacientes diabéticos.
• Diferenciar hiperglicemia transitória de persistente.
• Avaliar o controle glicêmico.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Suspeita de diabetes mellitus.
• Monitoramento de pacientes diabéticos.
• Hiperglicemia persistente.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães e gatos.
• Pacientes diabéticos.
Observação Técnica
A frutosamina sofre pouca influência do estresse agudo, sendo especialmente útil na avaliação de gatos.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Nelson RW, Couto CG. Small Animal Internal Medicine.
Preparo do paciente Jejum de no mínimo 8 horas
Volume necessário 4,0 de sangue total colhido em tubo de Tampa CINZA – FLUORETO.
Forma de envio Sob refrigeração.
Espécies validadas Multi espécies
O que é o exame?
A glicose é a principal fonte de energia para as células do organismo.
Para que serve?
• Diagnosticar e monitorar diabetes mellitus.
• Investigar hipoglicemia e hiperglicemia.
• Avaliar alterações metabólicas.
Quando o exame deve ser solicitado?
• Poliúria e polidipsia.
• Polifagia.
• Perda de peso.
• Convulsões.
• Fraqueza.
Para quais pacientes é indicado?
• Cães e gatos.
• Pacientes com suspeita de diabetes mellitus.
• Monitoramento metabólico.
Observação Técnica
A coleta deve ser realizada em tubo contendo fluoreto de sódio, pois o consumo de glicose pelas células sanguíneas após a coleta pode causar resultados falsamente reduzidos.
Referência: Thrall MA. Veterinary Hematology and Clinical Chemistry. 3ª ed. Willard MD, Tvedten H. Small Animal Clinical Diagnosis by Laboratory Methods.